Em pequenas doses (cont. IV)

Faltam apenas sete capítulos. Mesmo com a forte virose que se abateu sobre mim e metade da população de Fortaleza, afora o tempo dedicado a exames médicos de rotina e muito trabalho no jornal, março foi bastante produtivo. Consegui escrever seis capítulos, o que me recoloca numa posição confortável.

Tenho dezoito capítulos concluídos. No final de abril, espero estampar um enorme The End no título do post. Maio e junho estão reservados para edição, revisão final, diagramação e impressão. Lançamento em julho, lembram? Ainda sem data marcada, mas será bem próximo ao meu niver, que neste ano cai num domingo.

Tenho uma surpresa para vocês, mas antes conheçam os títulos dos últimos seis capítulos escritos, com as respectivas datas de produção.

1. ‘Barraco’ brasileiro em NY (10/03/2012)
2. Taj Mahal e Férias Frustradas (17/03/2012)
3. Apartamento meu (19/03/2012)
4. Na grama com Spencer Tracy (24/03/2012)
5. O centro do universo (30/03/2012)
6. Papo de salão (31/03/2012)

Agora, a surpresa: todo domingo, até o último de junho, brindarei os queridos seguidores e leitores deste blog com pequenos trechos dos capítulos do meu primeiro livro de crônicas. Serão dois a cada domingo.

Casca de banana
(…) A família só não estava completa porque faltava a cadelinha Yorkshire, de apenas três meses de idade. Não tivemos opção: era morrer de saudade ou de pena. Antes deixá-la no Brasil do que na quarentena exigida pelas autoridades americanas. Buba ficou sob os cuidados do nosso fiel colaborador Francisco, que prometeu enviar fotos mensalmente por meu marido. (Década de 1990, sem webcam ou Internet dois ponto zero.) Nossa filha lamentava não poder acompanhar de perto o crescimento da sua puppy. A despedida dos familiares e amigos foi no estilo ‘iremos bem ali e voltaremos logo’ (…)

Duas notícias: uma boa e uma má
(…) No dia seguinte, visitamos meia dúzia de imóveis com um corretor. De um deles, no 40º andar, avistava-se boa parte dos 340 hectares de beleza do Central Park; Outro mais ao sul, no Soho, ficava perto de galerias e lojas descoladas; Mais um no West Village, próximo aos restaurantes mais badalados, mas todos exigiam adiantamento de um ano, o que significava desembolsar algo em torno de US$ 30 mil, dificilmente retornáveis, no caso de não ficarmos tanto tempo. Sem a tal ‘trinca-objeto-de-desejo’, nada feito (…)

Espero que tenham gostado. Super beijo e até o próximo domingo!

Sobre Celma Prata

Celma Prata é jornalista profissional e escritora. Autora dos livros "Descascando a Grande Maçã" [Sete_2012] e "Viver, Simplesmente" [Sete, 2016]. Atualmente integra o Conselho Editorial do Jornal AgroValor. É membro efetivo da Academia Fortalezense de Letras, da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil e da Sociedade Amigas do Livro, onde lidera o conselho gestor para o biênio 2016-2018. Ver todos os artigos de Celma Prata

6 respostas para “Em pequenas doses (cont. IV)

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